Segundo Jairro Andrés Montes González e Solanlly Ochoa Angrino, a implementação das tecnologias da informação e comunicação (TIC) nos contextos educativos tem-se generalizado na actualidade. Não obstante, mantém-se a pergunta de qual é o impacto da tecnologia nos processos de ensino e aprendizagem. Geralmente tem sido proposto modelos de avaliação quantitativos que enfatizam a utilização de provas estandartizadas q que oferecem informação relevante mas limitada para avaliar a utilização das TIC e dirigir o desenvolvimento dos programas apoiados por tecnologia.
A investigação de Jairro Andrés Montes González e Solanlly Ochoa Angrino, propõe uma aproximação de tipo qualitativo para caracterizar o conhecimento, a utilização e transformação dos docentes que usam as TIC nos seus cursos.
Cinco professores universitários, foram entrevistados e os seus cursos observados durante um semestre. Os seus desempenhos foram colocados em níveis de apropriação das TIC, de menos a mais complexos, tendo em conta do que diziam que faziam e do que realmente faziam nos seus cursos. Os resultados mostram que nos níveis básicos de apropriação os docentes utilizam as TIC como uma ferramenta que facilita o armazenamento, a transmissão e a organização do material dos cursos, sem que exista uma diferença substancial entre um curso presencial e os seus cursos apoiados pelas TIC; nos níveis avançados de apropriação, utilizam as TIC como ferramenta que facilita a multiplicidade em representações do conhecimento, a simulação e resolução de problemas; estes docentes estabelecem uma clara diferença entre um curso presencial e um apoiado pelas TIC, na medida usam cenários virtuais de aprendizagem que seriam impossíveis de utilizar sem a mediação da tecnologia.
Estes autores propõem seguir esta investigação avançando através de aproximações que permitam descrever a utilização real que os docentes estão dando às TIC nos seus cursos.
A investigação de Jairro Andrés Montes González e Solanlly Ochoa Angrino, propõe uma aproximação de tipo qualitativo para caracterizar o conhecimento, a utilização e transformação dos docentes que usam as TIC nos seus cursos.
Cinco professores universitários, foram entrevistados e os seus cursos observados durante um semestre. Os seus desempenhos foram colocados em níveis de apropriação das TIC, de menos a mais complexos, tendo em conta do que diziam que faziam e do que realmente faziam nos seus cursos. Os resultados mostram que nos níveis básicos de apropriação os docentes utilizam as TIC como uma ferramenta que facilita o armazenamento, a transmissão e a organização do material dos cursos, sem que exista uma diferença substancial entre um curso presencial e os seus cursos apoiados pelas TIC; nos níveis avançados de apropriação, utilizam as TIC como ferramenta que facilita a multiplicidade em representações do conhecimento, a simulação e resolução de problemas; estes docentes estabelecem uma clara diferença entre um curso presencial e um apoiado pelas TIC, na medida usam cenários virtuais de aprendizagem que seriam impossíveis de utilizar sem a mediação da tecnologia.
Estes autores propõem seguir esta investigação avançando através de aproximações que permitam descrever a utilização real que os docentes estão dando às TIC nos seus cursos.
1 comentário:
Durante 5 anos lecionei uma cadeira na FEG, Métodos de Previsão, que durante os anos anteriores tinha sido assegurada por um professor que se limitava a descrever e apresentar exemplos feitos anteriormente. A minha planificação e projecto de cadeira começou por levar as aulas para o laboratório. Aí os alunos testavam vários tipos de software técnico (Eviews, SPSS e Oxmetrics), e faziam um projecto de previsão de séries cronológicas (financeiras, turísticas, etc). Será um "nível básico de apropriação", mas sem as TIC, aquela cadeira não faz qualquer sentido.
Já agora, gostava de participar numa investigação deste tipo em Portugal. Se souberem de alguma coisa...
Enviar um comentário